July 22, 2011

Sónia Moreira é Responsável de Comunicação e Marca da CIN, empresa que opera, exclusivamente, no mercado de tintas e vernizes e é líder em toda a Península Ibérica. A CIN é responsável pelo fabrico e distribuição de produtos para Decoração, Construção Civil, Protecção Anticorrosiva e Indústria, com sete unidades fabris em países como Portugal, Espanha, França, Angola e Moçambique.
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O projecto CIN RE-MAKE tem vindo a dar uma nova cara a Lisboa. Pode explicar aos leitores do LxSustentavel em que consiste e qual o seu impacto na requalificação urbana de Lisboa?
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O CIN RE-MAKE é um projecto de intervenção urbana que visa a transformação das cidades pela cor, sempre com ligação à arte e a artistas. Nascido em 2008, o projecto vai, já, na sua quarta edição e, ao longo do tempo, tentamos inovar e levar o desafio, ainda, mais longe.
Na sua primeira edição, o CIN RE-MAKE desafiou seis artistas portugueses de renome a decorar seis eléctricos na zona de Lisboa. Na segunda edição, expandimos o projecto até ao Porto e distribuímos, pelos alunos das principais universidades de arquitectura e design do país, quatro autocarros (da STCP e Carris) e quatro carruagens do Metro, de Lisboa e do Porto, para que os transformassem em obras de arte, conjugando cor com diferentes géneros musicais. Em 2010, a iniciativa foi, ainda, mais longe e contou com a participação do escritor José Luís Peixoto, cujos textos inspiraram jovens artistas, do Porto e de Lisboa, a recuperarem oito murais da cidade de Lisboa.
Este ano, o CIN RE-MAKE contou com a colaboração do cantor Tiago Bettencourt que, com uma música inédita sobre Lisboa (Lisboa que me encontra) inspirou jovens talentos das universidades a criarem verdadeiras obras de arte que ajudaram a recuperar e requalificar três espaços urbanos da cidade. Resultado: os muros de Lisboa transformaram-se numa verdadeira Exposição Contemporânea de Cor.
Com esta iniciativa, ano após ano, a CIN demonstra como, através da cor, é possível alterar espaços e torná-los mais dinâmicos e alegres. É este o real contributo do CIN RE-MAKE: a transformação das cidades pela cor, reabilitando espaços e tornando-os mais alegres.
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As tintas ecológicas são uma das inovações da CIN. Que outros projectos tem a CIN desenvolvido ligados à sustentabilidade?
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A CIN tem vindo a promover ferramentas e a orientar os seus esforços de investigação e desenvolvimento para reduzir os Compostos Orgânicos Voláteis (COV) dos seus produtos, possibilitando e encorajando, também, a crescente utilização de tintas decorativas com baixo teor de solventes por utilizadores profissionais e particulares.
Para além disto, a CIN dispõe de uma unidade de tratamento de emissões gasosas – localizada na fábrica da Maia – que é uma solução tecnologicamente pioneira ao nível da indústria nacional e do sector na Península Ibérica, destinada a tratar os COV presentes nas emissões gasosas.
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Qual é a ideia ou projecto mais sustentável, a nível pessoal, que já desenvolveu?
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O projecto mais sustentável em que já estive envolvida (e no qual continuo a estar) é a CIN. Cada projecto que lançamos tentamos, sempre, que seja mais sustentável que o anterior. Só assim conseguimos manter-nos enquanto empresa sustentável, moderna e sempre na senda da inovação.
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Como podem os meios online ser significantes para uma empresa com preocupações ambientais?
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Os meios online são, para a CIN, um importante canal de difusão da nossa mensagem sustentável uma vez que, através deles, é-nos possível chegar a mais pessoas, nomeadamente a um target mais jovem para quem também queremos comunicar.























